Clube do Remo lança camisa em alusão ao Outubro Rosa
Sexta-feira, 02/10/2026
Por Samara Miranda
O Clube do Remo lançou, nesta sexta-feira (2), a campanha em alusão ao Outubro Rosa, sobre conscientização, prevenção e o diagnóstico precoce do câncer de mama. Com o tema “A força de uma Leoa também está em seguir acreditando”, o Clube reforça a importância do cuidado, da informação e do acompanhamento da saúde da mulher.
Como parte da campanha, o Remo apresentou uma camisa em homenagem à causa. O uniforme é predominantemente rosa e traz, inclusive, o tradicional escudo azulino na mesma tonalidade. A peça conta com gola em V e detalhes em branco nas mangas e na gola, além de desenhos de rosas em vermelho distribuídos por todo o tecido.
A nova camisa já está à venda nas lojas oficiais azulinas e também pela internet, no valor de R$199,90.
Outras ações serão realizadas no dia da partida quarta (7), diante do Grêmio, pelo Campeonato Brasileiro da Série A.
Câncer de mama
O câncer de mana é o tipo de câncer mais frequente entre as mulheres brasileiras. Segundo a estimativa do Instituto Nacional do Câncer para 2026-2028, são esperados cerca de mil casos em relação ao do triênio anterior.
A doença é o câncer mais frequente entre as mulheres brasileiras, com aproximadamente 30% de todos os diagnósticos.
Outro dado que reforça a importância do diagnóstico precoce é 37% dos casos ainda são identificados em estágio avançado, segundo dados do Ministério da Saúde. Quando descoberto precocemente, o câncer de mama tende a exigir tratamentos menos agressivos e apresenta maiores chances de cura.
As orientações para o rastreamento também foram ampliadas. Mulheres de 40 a 49 anos podem realizar a mamografia pelo SUS mesmo sem apresentar sintomas, mediante decisão conjunta com o profissional de saúde.
Para mulheres de 50 a 74 anos, a recomendação é realizar o rastreamento mamográfico a cada dois anos. A faixa etária anteriormente recomendada terminava aos 69 anos e foi ampliada até os 74.
A informação é especialmente importante para as mulheres entre 40 e 49 anos, já que muitas ainda acreditam que não têm direito ao exame pelo SUS.
O diagnóstico precoce pode salvar vidas. Por isso, manter o acompanhamento da saúde e buscar orientação profissional são atitudes fundamentais.